Pós-balada: o que não fazer!

Baladeiros de plantão: UNI-VOS contra o mico depois da balada. Você fez sucesso durante a noite toda, não vai estragar tudo justamente na hora de ir pra casa, né?

Mas acontece muito: a galera já tá cansada, com sono, com os sentidos alterados e aí acaba cometendo aqueles deslizes que podem deixar a tranqüilidade de lado no dia seguinte.

Separamos os momentos clássicos pós-balada. Inspire-se e não repita…

Adeus telefone!

Esqueça seu celular em casa, escondido em um canto e sem bateria! Não dê chance para o acaso: celular na mão depois de festa é arma! Se ele estiver ali pertinho, existem grandes chances de você ligar para aquela “antiga” paixão, para aquele amigo que não saiu justamente para descansar, ou, o que é pior, para a casa de qualquer um deles e ser atendido pelos pais. Além disso, depois da balada, as emoções e as palavras ficam mais fortes e você pode acabar dizendo coisas que não devia ou não queria.

Fuja do MSN!

Cole um ‘post-it’ na tela do seu computador, bem no centro: “NÃO CONECTAR”. MSN no madrugadão só serve para deixar mensagens ‘off’ para seus amigos ou, de novo, para aquela pegada que você tava fazendo o jogo duro e que acaba de estragar tudo… Autocontrole será a palavra chave quando você chegar em casa e olhar para seu monitor!

Não disfarce!

Você chegou da balada, tudo bem, todos em casa sabiam que mais cedo ou (bem) mais tarde você chegaria. O problema é quando você tenta disfarçar, entrar pé por pé, de cantinho, ou como você preferir: sempre terá uma mesinha de centro atrapalhando, um copo que o irmão deixou no meio do caminho, uma almofada que te faça cair. E aí a barulhada tá feita, você acordou todo mundo e com certeza eles olharam no relógio. Conhece a solução? Imagine que você está numa corrida e que a chegada é a sua cama. Você tem que ser mais rápido que sua família.

Salto alto no apê…

Mulherada de apartamento: imaginem se vocês estão lá deitadinhas, quentinhas, bonitinhas e, de repente, às 5 horas da matina, começa um pof, pof, pof na sua cabeça? Poxa, coitados dos vizinhos de baixo, se caprichou no saltão na hora de sair, chegue em casa e deixe eles do ladinho da porta, ou leve na mão… Os condôminos agradecem.

Xis da esquina!

Você passou umas 6 horas em pé, remexendo pra cá, rebolando pra lá, caminhando de uma pegada pra outra e fugindo dos chatos, você está cansado e com muita fome. Aí, como num passe de mágica, aparece aquele xis da esquina e você até hesita em comê-lo, mas a fome e a vontade falam mais alto. Você ataca vorazmente aquele pedaço de pão com carne dentro e sente a gordura escorrer em suas mãos… Tudo bem, por enquanto! O problema é o que ele vai fazer com seu estômago. E se o seu organismo não se der muito bem com o Xis, problema dobrado, porque por algum lugar ele vai querer fugir.

Carona

Chegou a hora de ir embora e toda a galera começa com aquele drama: “poxa, agora eu não tenho como ir embora, vou gastar todo meu dinheiro no taxi, como seria bom um amigo parceiro que me levasse em casa”. Bom, você é o amigo parceiro que vai dar esta ajuda, mas lembre-se bem de perguntar aonde o sujeito vive e como chegar lá. Porque você pode morar e estar na ponta norte e ele ser da zona sul e ir te enrolando até chegar lá. Isso se ele não tiver bebido e mal lembrar o caminho de casa… Você não precisa deixar ele na mão, mas de repente podem procurar juntos alguém que tenha como destino o outro lado da cidade.

Fonte: Kazuka

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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